Pretende-se aqui fazer uma leitura acerca da opressão e da exploração da mulher na sociedade patriarcal, a partir do conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti (2001). Expropriada de sua liberdade de criação e de sua subjetividade, a personagem, em princípio submissa, reverte a ordem de dominação imposta por seu marido, desconstruindo a narrativa de subalternidade. Como suporte teórico nos apoiaremos nas ideias de agência de Judith Butler (2003) e de autonomia de Virgínia Woolf (2014).

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